Uma manhã de inclusão, esporte e lazer. Para marcar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, o projeto Natal Praia Inclusiva promove uma edição especial neste domingo (20), na Praia de Ponta Negra, em Natal.
A programação acontece das 8h às 12h, nas proximidades do Morro do Careca, e será aberta para pessoas com deficiência e seus acompanhantes. A iniciativa oferece atividades esportivas e de lazer, além do tradicional banho de mar assistido para pessoas com deficiência (PCDs) ou com mobilidade reduzida.
Organizado pela Sociedade Amigos do Deficiente Físico do Rio Grande do Norte (Sadef), o projeto busca ampliar o acesso das pessoas com deficiência aos espaços de convivência e lazer da cidade, promovendo inclusão por meio do contato com a praia e com atividades recreativas.
“O Praia Inclusiva já se consolidou como uma iniciativa de promoção da inclusão e de democratização do acesso à praia. Queremos aproveitar essa visibilidade para reforçar a luta pelos direitos da pessoa com deficiência, que é árdua e diária, e vai além do lazer”, afirmou Dário Gomes, presidente da Sadef.
Além do momento de lazer, a edição especial também pretende chamar atenção para a importância da garantia de direitos e da construção de uma sociedade mais acessível para pessoas com deficiência.
Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência
Celebrado em 21 de setembro, o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência foi criado em 1982 por movimentos sociais e oficializado pela Lei nº 11.133/2005.
A data tem como objetivo ampliar o debate sobre inclusão e reforçar a necessidade de políticas públicas voltadas à acessibilidade, saúde, educação, trabalho e participação social das pessoas com deficiência.
O movimento também busca combater o capacitismo e o preconceito, estimulando mudanças de comportamento e a criação de ambientes mais inclusivos.
Com a edição especial do Natal Praia Inclusiva, a proposta é transformar a praia em um espaço de participação para todos, fortalecendo a ideia de que o acesso ao lazer e à convivência social deve ser garantido de forma igualitária.

