QUEBRADO
O discurso de Allyson Bezerra é absolutamente contraditório. Diz que o estado está quebrado, mas promete isenção fiscal para motos e pix para estudantes. Cheiro forte de estelionato eleitoral.
FINANÇAS
Afinal, um discurso contradiz o outro. Se o estado está com as finanças combalidas e o discurso é de organização fiscal, como propor isenção, que significa renúncia de receita e sinalizar para gastos sem dizer de onde vem o dinheiro?
ESTELIONATO
Allyson buscou o discurso fácil. Assusta o eleitor com um estado quebrado e se apresenta como o novo que vai resolver. Na realidade, ele tenta aplicar um gigante estelionato eleitoral, enganando o eleitor com promessas atrativas que ele próprio sabe que não tem como cumprir.
CALANGO
Quando um candidato tenta emplacar um discurso vitimista diante de um simples apelido, referente a quem está em cima do muro, revela fragilidade na campanha e tentativa de criar um fato novo.
CALANGO II
Allyson fez um discurso reclamando que foi chamado de calango. Ora, o apelido de calango vem desde o primeiro turno e só agora ele descobriu que calango é ofensivo. Ele é calango por ficar em cima do muro. De forma oportunista, não diz em quem vota para presidente.
CALANGO III
Essa coisa do calango está tão ridícula que parece ser a tábua de salvação da campanha de Allyson. Aliás, ele próprio está usando a caricatura do calango. Se fosse ofensivo, o tema não seria abordado.
MUDANÇA
Por falar em Allyson, Sherloquinho diz que os 100 mil reais recebidos pelo candidato, seria referente a ajuda de custo para sua mudança de Mossoró para Natal e de Natal para Mossoró. Pense num caminhão de mudança careiro.
GIGANTE
A senadora Samanda Alves está experimentando suas primeiras entrevistas em veículos nacionais e tem se saído muito bem. Tranquila, moderada, discurso consistente, Samanda difere muito de boa parte do PT. Vai ser grande em Brasília, com inevitável peso no RN.
FAVORITO
A candidatura de Cadu de Lula chega ao final do segundo turno como a grande vitoriosa do pleito.
O petista é favorito para ser eleito domingo. Mas, independente do resultado da eleição, Cadu é vitorioso. Um candidato subestimado e desacredito que sai de 3% para 36% no primeiro turno e disputa voto a voto no segundo, mostrou potencial gigantesco.
PRESIDENTE
Chegamos ao final da campanha presidencial numa situação absolutamente atípica. Um presidente com biografia e entregas importantes, respeitado internacionalmente, disputa com o filho de um golpista, com histórico de envolvimento com milícias, sem nível ou estatura para o cargo. Realmente, uma eleição atípica.
PRESIDENTE II
Estamos diante da escolha entre dois destinos: um presidente com erros e acertos, mas que respeita a democracia. Com Lula temos certeza de continuar criticando, elogiando divergindo e denunciando. Com Flávio, o abismo é o caminho. Alguém que despreza a democracia, não respeita as instituições e é claramente um estelionatário sem pudor. A escolha é fácil. Basta pensar.

