O “GARROTE” POLÍTICO QUE SUFOCA NATAL
Não há outra palavra para definir o que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva está fazendo com Natal: é sabotagem administrativa. O relatório da Prefeitura Municipal é um soco no estômago de quem espera por uma cidade melhor. Estão retidos, sob as chaves da burocracia ideológica de Brasília, exatamente R$ 41.090.359,54. São recursos de emendas parlamentares — verbas que não pertencem ao governo de turno, mas ao orçamento impositivo e ao povo potiguar.
O crime da gestão de Paulinho Freire? Ser oposição. Mas o que o Palácio do Planalto parece ignorar em sua sanha vingativa é que, ao tentar asfixiar o prefeito, o governo federal está, na verdade, punindo o cidadão que frequenta a Praia do Meio, o comerciante que espera a urbanização da orla e o pai de família que depende das obras do PAC para ter saneamento e dignidade.
O “nó” é explícito: além das emendas, há mais de R$ 17,5 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento que simplesmente não descem para as contas do município. É o PAC da paralisia.
Enquanto Lula discursa sobre união e reconstrução, seus ministérios praticam o “apartheid” orçamentário contra quem não reza sua cartilha.
Onde estão os parlamentares do PT do Rio Grande do Norte? Onde está a voz dos senadores e deputados que atravessam o tapete vermelho do Planalto para fotos, mas silenciam diante do confisco de verbas da nossa capital? Cobrar a liberação desses valores não é um favor; é uma obrigação republicana.
Natal não pode ser refém de birra ideológica. Paulinho Freire representa a escolha democrática da população, e os anseios desse povo não podem ser bloqueados por canetadas revanchistas. O dinheiro está lá, o direito existe, mas a vontade política de Brasília em ver o “circo pegar fogo” em Natal fala mais alto. Basta de mesquinharia. Liberem o que é de Natal, pois a conta do atraso quem paga é o povo, e não o gabinete do prefeito.
MEDERI
A Operação Mederi, que na última segunda-feira completou 3 meses de sua deflagração e quem envolveu o então prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra (União Brasil), sob suspeita de participar de desvios de recursos financeiros do setor da saúde, terá desdobramentos.
MEDERI 2
Quem também foi citado nas investigações que continuam sendo realizadas pela Policia Federal é o atual prefeito Marcos Bezerra, além dos envolvidos de mais cinco municípios da Região Oeste, tudo sob a “batuta” da empresa Dismed Distribuidora.
MEDERI 3
À época das investigações, há quase 100 dias, a Policia Federal conseguir implantar escuta dentro do escritório da Dismed Distribuidora, colhendo informações que deram robustez às investigações.
MEDERI 4
Do então prefeito Alysson Bezerra, a Policia Federal conseguiu apreender celulares, notebook e arquivos. Alysson se negou a entregar as senhas de seus celulares, mas a PF já conseguiu destravar e assim deverá vir fatos novos dessa investigação.
CANDIDATURA
Enquanto a Policia Federal não se manifesta publicamente sobre as investigações da Operação Mederi, Alysson Bezerra, conhecido na política mossoroense como “menino pobre”, segue na condição de pré-candidato ao governo do estado, fazendo seus vídeos e operacionalizando visitas a correligionários por todo o Rio Grande do Norte.
ALYSSON
Com sua candidatura a governador consolidado, Alysson Bezerra recebeu substanciais apoios de vereadores de Natal. Engrossam apoio à candidatura de Alysson os vereadores natalenses Eribaldo, Fulvio, Tércio Tinoco, Robson Carvalho, Claudio Custódio, Pedro Henrique e Herbert Sena.
PREVIDÊNCIA
Qual dos três candidatos ao governo do estado que vai ter coragem de apresentar proposta para superar o déficit financeiro vivido pela Previdência Estadual. Só não é Cadu Xavier, pois caso ele tivesse a solução não teria permitido a situação chegar ao ponto atual.
DÉFICIT
Em seu balanço relacionado ao ano de 2025, a Previdência Estadual apresentou um déficit de R$ 2 bilhões. Sua receita no ano passado foi de R$ 3,5 bilhões contra uma despesa de R$ 5,5 bilhões.
E a tendência é piorar.
POÇO
O Tribunal de Contas do Estado – TCE/RN determinou uma série de medidas que buscam evitar a “falência” do sistema do pagamento de aposentados do estado. Segundo o órgão, o déficit autuarial do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do RN atingiu a marca de R$ 54,3 bilhões. É um poço sem fundo.
ASSEMBLEIA
Os deputados José Dias (PL) e Coronel Azevedo (PL) levaram para o plenário da Assembleia Legislativa a preocupação de a Policia Federal ter mobilizado seus agentes para a retirada de uma placa instalada em Condomínio Residencial, no interior de São Paulo. A placa chamava Lula de ladrão.

