Na noite desta quinta-feira (16), o Hospital Pronto-Socorro João XXIII confirmou a morte encefálica da repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, em Minas Gerais. Mãe, esposa, filha e irmã, a jornalista foi vítima de uma colisão na BR-381, que também vitimou o cinegrafista Rodrigo Lapa, de 49 anos.
Alice nasceu na Bahia e construiu uma sólida carreira na televisão aos longos dos 15 anos de profissão.
Entusiasta de pautas sociais, com especial carinho por temas relacionadas ao autismo, a profissional passou por uma filiada da Rede Globo em Feira de Santana (BA), antes de ir para Band Brasília, onde ficou até agosto de 2024, quando chegou à Band Minas.
Fora das telas, Alice vivia um momento especial na vida pessoal. Ela era casada com um agente da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e havia retornado recentemente da licença-maternidade. A jornalista deixa um filho de nove meses.
Alice Ribeiro era descrita por seus colegas de trabalho como uma profissional apaixonada pela profissão e uma companheira querida por toda a equipe.
Além do convívio diário, sua postura profissional e pessoal deixou as seguintes marcas entre os colegas. Era reconhecida por seu legado de empatia e pelos valores de solidariedade que defendia tanto em suas pautas quanto em sua vida pessoal.
Sobre o acidente
A equipe de reportagem retornava de uma pauta justamente sobre o início das obras de duplicação da BR-381, conhecida como a “rodovia da morte”.
De acordo com um policial e o relato do motorista do caminhão, o carro da emissora invadiu a contramão em uma reta e atingiu o veículo de carga.
*Com informações de CNN

