O Museu Câmara Cascudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) recebe, nesta quarta-feira (16), às 9h, o Prêmio Legado Ambiental – Cápsula do Tempo, iniciativa da Organização Atitude Social e Ambiental (OASA), realizada em parceria com a instituição.
O evento vai homenagear pessoas, empresas, instituições e representantes de diferentes setores da sociedade que desenvolvem ações relacionadas à preservação ambiental e à construção de práticas sustentáveis no Rio Grande do Norte.
Mais do que uma premiação, a iniciativa busca registrar a memória de ações realizadas no presente e criar um marco para as futuras gerações. A proposta da Cápsula do Tempo é reunir simbolicamente histórias de pessoas e organizações que escolheram atuar na proteção do meio ambiente.
OASA atua na produção de mudas nativas da Caatinga
Fundada em 2007, a Organização Atitude Social e Ambiental desenvolve projetos voltados à recuperação ambiental no estado. Entre as principais iniciativas está o projeto “Mais Verde”, que trabalha com implantação de viveiros e produção de mudas de espécies nativas da Caatinga.
Entre 2021 e 2025, a organização produziu mais de 1 milhão de mudas no viveiro localizado em Extremoz, na Região Metropolitana de Natal. As árvores produzidas são destinadas a ações de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.
Segundo a OASA, o trabalho busca ampliar a preservação da biodiversidade e estimular a participação da sociedade em ações de sustentabilidade.
Memória ambiental para as próximas gerações
A proposta do Prêmio Legado Ambiental é destacar trajetórias que contribuem para um modelo de desenvolvimento mais responsável.
A organização defende que as escolhas feitas atualmente representam parte da história que será deixada para as próximas gerações, reforçando a importância de iniciativas voltadas ao cuidado com os recursos naturais.

