DIFERENÇA
Enquanto os mais radicais do PT brigam com os fatos para negar que o governo travou recursos para Natal, a vereadora Samanda Alves, pré-candidata do PT ao Senado, agiu bem diferente. Ela ligou para o prefeito Paulinho Freire para saber realmente o que está travado e a motivação e se colocou à disposição para tentar liberar os recursos.
DIFERENÇA II
Em nenhum momento, Samanda tentou desmentir que houvesse travamento de recursos. Ela buscou informações e disse que iria até a Casa Civil do governo Lula para tentar liberar recursos para obras em Natal. Samanda é muito diferente de muita gente do PT. Suas atitudes falam mais que qualquer discurso.
ESCOLA
Absurdo o prefeito de Parelhas botar logomarca do senador Styvenson Valentim na placa de inauguração de uma escola. O absurdo não é somente personificar a obra como se Styvenson tivesse sido o gestor da edificação. Além desse absurdo, o outro é o malabarismo da emenda.
FRAUDE
Na verdade, o prefeito de Parelhas, Tiago de Medeiros Almeida é parceiro do senador Styvenson Valentim na fraude e na construção da mentira oficial. O gestor de Parelhas contou publicamente como construiu, não a escola, mas a mentira, junto com Styvenson.
FRAUDE II
Tiago de Medeiros Almeida contou publicamente que havia solicitado 2 milhões de reais a Styvenson para reformar uma escola. O senador disse que não tinha mais emenda para a educação, mas ensinou como o prefeito deveria fazer. Ele mandaria dinheiro para a saúde, o gestor economizaria recursos de custeio e jogava o dinheiro do município para a escola. Assim os dois fizeram.
FRAUDE III
A fraude que ocorreu em Parelhas, usou o mesmo modus operandi que Styvenson usa para mentir sobre construção de hospitais. Ele envia emenda para custeio, a Liga usa os recursos para pagar as despesas de custeio e o que seria para o custeio com recursos próprios, usa para construir novas sedes. E Styvenson propaga que foi ele que construiu tal hospital. Abismo gigante entre a verdade e as palavras do senador.
PLACA
Mas o prefeito de Parelhas quis tanto puxar o saco de Styvenson que oficializou a mentira produzida por ambos. Ele botou na placa da reforma da escola, que a obra havia sido “financiada com recursos de emenda parlamentar do senador Styvenson Valentim”.
CENSURA
O PL vive falando em censura e liberdade de expressão. Porém, aplicou suas digitais numa ação claríssima de censura contra o presidente Lula. O partido pediu que a Justiça suspendesse o pronunciamento oficial do presidente sob alegação de que o marido de Janja ‘poderá’ cometer crimes eleitorais durante o pronunciamento. Censura pura que vai ser cobrada mais adiante.
FORÇA
Por falar no PL, o presidente Nacional da sigla, Valdemar Costa Neto, avalizou a candidatura de Coronel Hélio ao Senado pelo RN. Valdemar não tem um mísero voto no Estado, mas reforça que o partido tem interesse na eleição de Hélio e vislumbra viabilidade.
PAPELÃO
Empresário Flávio Rocha quer tratar o RN como um ‘brinquedo de luxo’. Se filia a um partido de forma silenciosa, não verbaliza interesse em ser candidato e fica falando pela boca de terceiros. O que poderia se transformar numa opção séria e viável, está virando um grande papelão.
COERÊNCIA
A sabatina do advogado Jorge Messias no Senado reforçou a gritante incoerência dos senadores bolsonaristas. Tentaram buscar motivos na história de Messias para votar contra. Na verdade, eles votariam contra de qualquer maneira. Se fosse Jesus Cristo, eles inventariam motivo para ficar contra. Se fosse o anticristo, desde que indicado por Bolsonaro, votariam a favor.

