MEDIDAS QUE ASFIXIAM A GESTÃO ESTADUAL
A sufocante realidade fiscal do Rio Grande do Norte transformou-se no principal motor dos recentes e dramáticos realinhamentos políticos do Estado. A gestão da governadora Fátima Bezerra, iniciada em 2018 sob a promessa de reestruturação financeira, arrasta um histórico severo de desequilíbrio estrutural. Estimativas apontam que o passivo acumulado e o rombo projetado nas contas públicas até o término de seu mandato, ao final de 2026, ultrapassam a marca dos bilhões de reais, evidenciando uma crise crônica de liquidez.
Essa atmosfera periclitante inviabilizou os planos de sucessão governamental em abril passado. Diante de um diagnóstico vexatório constatado por uma comissão especial, o vice-governador Walter Alves abdicou do direito de assumir o Poder Executivo. A recusa sepultou a descompatibilização de Fátima Bezerra, que pretendia renunciar para concorrer ao Senado Federal, forçando-a a permanecer na chefia do Estado até dezembro.
Na ponta da crise, as consequências têm sido severas: atrasos sistemáticos no repasse de transferências constitucionais obrigatórias aos municípios, o represamento de emendas parlamentares e o não pagamento de empréstimos consignados retidos dos salários dos servidores aos bancos parceiros.
Reagindo ao cenário de colapso nos serviços essenciais das prefeituras, a maioria da Assembleia Legislativa potiguar aprovou um pacote de medidas impositivas rígidas. Sob explícito risco de intervenção, o governo estadual passa a ser obrigado a honrar rigorosamente as datas fixas de distribuição do IPVA, ICMS, FUNDEB, emendas e repasses bancários.
Embora o líder governamental tente minimizar o quadro, a nova legislação funciona como um garrote fiscal definitivo. A medida não apenas asfixia e engessa o restante do mandato de Fátima Bezerra, mas altera estruturalmente as regras do jogo. Ao blindar as receitas vinculadas, o Legislativo retira qualquer margem de manobra discricionária e elimina qualquer possibilidade de “atalho” financeiro para as gestões futuras. Diante de novas turbulências econômicas, os próximos governantes herdarão um Estado sem espaço para improvisos burocráticos.
GARIBALDI
Apoio explícito à candidatura de Walter Alves (MDB) na condição de pretenso deputado estadual foi oficializada nesta semana. O pai, Garibaldi Filho vai “cair de cabeça” na campanha do filho principalmente em Natal.
LÍDER
O ex-governador, ex-ministro em ex-senador Garibaldi Filho, mesmo afastado da política na condição de candidato, ainda é uma liderança forte em todo o estado, principalmente na Capital e vai colaborar na eleição de Waltinho que tem a pretensão de reiniciar sua carreira política na condição de deputado estadual.
OBJETIVO
Depois de renunciar à condição de governador e preferir reiniciar sua carreira política na Assembleia Legislativa, Walter Alves também tem a missão de contribuir para eleger uma bancada robusta do MDB no legislativo estadual.
REMÉDIO
Sobre as críticas feitas pelo ex-deputado Wober Júnior ao pré-candidato a governador Álvaro Dias, o vereador Kleber Fernandes (Republicanos) saiu em defesa do ex-prefeito de Natal, declarando ao jornalista Diógenes Dantas: “O ex-deputado Wober Júnior é um remédio vencido nas prateleiras da democracia”.
HOTELARIA
O Senac Barreira Roxa foi o primeiro empreendimento do segmento hoteleiro no estado a conquistar o Selo Carbono Livre no estado. Agora, o Hotel-Escola está renovando o selo da sustentabilidade pelo terceiro ano consecutivo.
DATAVERO
O Instituto DATAVERO, que em menos de 3 anos de atuação alcançou a marca de maior credibilidade no mercado potiguar, vai botar “o seu bloco na rua” para aferir a preferência do eleitorado norte-rio-grandense.
DATAVERO 2
O Instituto DATAVERO vai a campo para ouvir 1.500 entrevistado em 50 municípios do estado em relação aos candidatos a presidência da República, governo do estado, senado federal, câmara dos deputados e à assembleia legislativa.
DATAVERO 3
A publicação do resultado da pesquisa do DATAVERO, que está devidamente registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE/RN) deverá ocorrer na edição do Diário do RN, edição da próxima terça-feira, 14.
ASSEMBLEIA
Repercutiu na Assembleia Legislativa o fato de o governo Fátima Bezerra ter solicitado do governo federal a suspensão da retenção de cerca de R$ 80 milhões que seriam abatidos do Fundo de Participação dos Estados (FPE).
COBRANÇA
De caixa baixo, a gestão Fátima Bezerra solicitou que a parcela de US$ 14,54 milhões devida ao Banco Mundial com a garantia do governo federal, fosse suspensa. O governo alega que o bloqueio de cerca de R$ 80 milhões afetaria o pagamento da folha de pessoal e serviços essenciais.
ROGÉRIO
O nome do senador Rogério Marinho surge entre as quatro indicações para substituir Flávio Bolsonaro como pré-candidato à presidência da República. As indicações de quatro nomes surgiram na pesquisa realizada pelo Instituto Gerp.
ROGÉRIO 2
Além do nome do senador potiguar, aparecem também Michelle, a senadora Damares Alves e o senador Marcos Pontes. Mas a maioria dos entrevistados preferem mesmo o nome de Flávio Bolsonaro.

