AHHH LADRÃO!
Senador Styvenson Valentim soltou o verbo após saber que a Polícia Federal havia feito uma operação contra um político e encontrou 1 milhão e 500 mil reais em espécie. Ladrão foi o menor ‘elogio’.
MUDANÇA
O tigrão virou tchutchuca em poucas horas. O valentão que chamou o alvo da PF de ladrão, safado e outras coisitas mais, quando soube que se tratava de um deputado do PL, seu aliado, a valentia murchou. O silêncio do ex-valente ficou ensurdecedor.
CALADO
Styvenson é a cara da hipocrisia da extrema direita. Ladrão e bandido tem que ser do outro lado.
Se for aliado, a coisa muda de figura e vira até pedido de anistia.
COBRANÇA
Quando o nome de Luiz Eduardo foi divulgado, Styvenson não gravou novo vídeo reforçando o que havia dito. Silêncio total. A língua que ficou presa na boca do senador, foi cobrada por internautas, que não perdoaram a postura passiva do senador depois que soube que um aliado era o ‘bandido e ladrão’ que ele havia falado mais cedo. Hipocrisia em tamanho GG.
PANCADA
Enquanto Styvenson se deleitava no silêncio confortável da hipocrisia, Samanda de Lula ‘tirou o couro’ do senador, apontando as relações de Styvenson com Luiz Eduardo, seu aliado e filiado ao partido de seu candidato a governador e de seu candidato a presidente.
DINHEIRO
A situação do deputado Luiz Eduardo vai ficar cada vez mais complicada. Ter 1 milhão e meio em casa não é normal. E ele diz que o dinheiro é dele realmente. Só piora. Porque ele declarou à Justiça Eleitoral que só tinha 700 mil reais em banco. De onde veio R$ 1,5 milhão?
CORONEL
Allyson Bezerra está com permanente processo de intimidação em relação aos adversários. Falou no nome dele sobre algo indigesto, ele dá uma de coronelão do interior e quer censurar, pedindo a Justiça que não permita a divulgação.
TAPETÃO
O engraçado é que quando o próprio Allyson é alvo de algum processo na Justiça, ele diz que querem ganhar no ‘tapetão’. O tapete então só serve quando é referente aos seus interesses; se for contra, a Justiça vira tapete grande.
FESTINHAS
O bolsonarismo tenta passar a ideia de que ser de direita é ser conservador, respeitar os valores da família. As conversas de Daniel Vorcaro mostram uma oscilação grande nesses valores. Num dia, pregação em culto e respeito público às famílias tradicionais. No outro, festinhas com prostitutas de luxo.
SOCIEDADE
Interessante como a grande mídia está seletiva ultimamente. Cada inquérito aberto contra Lulinha era um especial, com direito a dias de matérias e repercussão. Surge uma informação que Flávio Bolsonaro pode ser sócio de Careca do INSS. As empresas dos dois funcionam na mesma sala e tem o mesmo contador. Mas isso parece que não interessa.
FLERTE
Por falar na grande imprensa, boa parte dela parece que esqueceu o que sofreu durante a gestão de Jair Bolsonaro e flerta com o abismo ao apoiar claramente a candidatura do filho de Jair, bem pior que ele, pois dissimula melhor e não tem preguiça de mentir.

