Um depósito utilizado para armazenar produtos da WePink, empresa da qual a influenciadora Virgínia Fonseca é sócia-fundadora, foi interditado nesta sexta-feira (17) pela Vigilância Sanitária em Anápolis, na região central de Goiás.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, o local funcionava como centro de armazenamento e distribuição de cosméticos, produtos de higiene pessoal e suplementos alimentares, mas operava sem as autorizações exigidas, como alvará de funcionamento, licença sanitária e certificações obrigatórias.
Durante a fiscalização, também foram identificados problemas estruturais, como infiltrações, mofo e condições inadequadas de armazenamento, o que levou à interdição imediata do espaço e à suspensão das atividades.
Empresa atribui responsabilidade a terceirizada
Em nota, a WePink afirmou que o centro de distribuição não é administrado diretamente pela marca, mas por uma empresa terceirizada.
“Em respeito aos seus consumidores, franqueados e parceiros, a WEPINK esclarece ponto a ponto os recentes rumores sobre a fiscalização na unidade logística de Anápolis – GO:
1- Responsabilidade: O Centro de Distribuição é operado e pertencente a TP DISTRIBUIÇÕES, não a WEPINK. Vale ressaltar que a TP Distribuições atua de maneira independente e tem responsabilidade integral sobre a gestão do local.
2- Natureza da Unidade: O local é um Centro de Distribuição destinado exclusivamente ao armazenamento e envio de mercadorias, excluindo qualquer tipo de fabricação no local. A produção da marca é feita por fábricas terceirizadas com indústrias e licenças próprias. Importante pontuar que este Centro de Distribuição não atende o e-commerce da WEPINK.”
A empresa também destacou que o espaço não realiza produção de produtos e que a fabricação ocorre em indústrias licenciadas.
Interdição e próximos passos
De acordo com a Vigilância Sanitária, o depósito operava de forma irregular e descumpria normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, não havia responsável técnico no local no momento da fiscalização.
Com a interdição, os produtos armazenados não podem ser comercializados até que a situação seja regularizada e as exigências legais sejam cumpridas. A empresa responsável pelo espaço deverá apresentar defesa dentro do prazo estabelecido pelos órgãos competentes.

