A triatleta Rachel Furtado, de 46 anos, morreu no sábado (12), após passar mal durante um treino de corrida no Parque da Cidade, em Brasília. Ela sofreu uma parada cardiorrespiratória, foi atendida pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e encaminhada com vida ao Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), mas não resistiu. A informação foi confirmada pela Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), responsável pelo parque.
Rachel era triatleta e, apesar de estar afastada temporariamente das competições da modalidade, mantinha uma rotina de exercícios. Segundo informações divulgadas após a morte, ela praticava corrida, natação, musculação e futevôlei.
Rachel era diretora do Instituto Feliciência
Além da atuação no esporte, Rachel ocupava o cargo de diretora do Instituto Feliciência, organização voltada à educação corporativa e a temas relacionados à felicidade e ao bem-estar no ambiente de trabalho.
Ela também era sobrinha da psicóloga e pesquisadora Carla Furtado, fundadora do instituto. Após a morte de Carla, Rachel assumiu a continuidade do trabalho desenvolvido pela organização e passou a atuar na preservação do legado da fundadora.
Em uma publicação após a morte, o Instituto Feliciência lamentou a perda e destacou a dedicação de Rachel à instituição e ao trabalho desenvolvido anteriormente pela fundadora.
Mal súbito aconteceu após o treino
De acordo com informações divulgadas pelas autoridades e pelo Instituto Feliciência, Rachel participava de um treino de corrida no Parque da Cidade na manhã de sábado.
Após concluir a atividade com o grupo, ela teria feito mais um trecho de corrida e, posteriormente, caminhado até o carro para buscar o celular. Foi nesse momento que passou mal e caiu.
Um dos participantes do treino, que é médico, encontrou Rachel caída e iniciou as primeiras manobras de reanimação. O CBMDF foi acionado e deu continuidade ao atendimento.
Quando os bombeiros chegaram, a atleta estava em parada cardiorrespiratória. Após as manobras de reanimação, os sinais vitais foram restabelecidos e Rachel foi encaminhada ao HRAN. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou que ela foi atendida na unidade após sofrer uma parada cardiorrespiratória.
Rachel, no entanto, sofreu novas paradas cardiorrespiratórias no hospital e morreu posteriormente.
Nota oficial
A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal lamentou a morte e informou que os vigilantes do Parque da Cidade acionaram o Corpo de Bombeiros assim que perceberam que Rachel havia passado mal.
A pasta afirmou que a atleta foi encaminhada com vida ao Hospital Regional da Asa Norte, onde o falecimento ocorreu posteriormente.
Até o momento, não foi divulgada oficialmente uma causa médica específica para o mal súbito. O que foi confirmado pelas autoridades é que Rachel sofreu uma parada cardiorrespiratória durante a atividade física e morreu posteriormente no hospital.

