DE OLHO NOS RETROSPECTOS
As oitavas de final da Série D começam neste fim de semana e o retrospecto dos confrontos traz um ingrediente interessante para os representantes potiguares. Se a história entrar em campo, o América larga em vantagem. Já o ABC terá a missão de escrever um capítulo diferente. O América recebe o Gama neste domingo (19), na Arena das Dunas, sabendo que o adversário nunca venceu em solo potiguar.
Foram três partidas em Natal e três vitórias americanas. É um dado que aumenta a confiança, mas também reforça a responsabilidade de fazer valer o mando de campo. Por outro lado, existe um equilíbrio curioso. Se o Gama nunca ganhou no Rio Grande do Norte, o América também jamais venceu no Distrito Federal. Em quatro partidas, foram duas vitórias do Periquito e dois empates. Isso significa que a decisão pode passar, mais do que nunca, pelo resultado do primeiro jogo. Para o ABC, o cenário é diferente. O retrospecto contra o Luverdense não é dos melhores. Em seis confrontos oficiais, todos pela Série B entre 2014 e 2017, o Alvinegro nunca conseguiu vencer. Foram três derrotas e três empates, um tabu que já dura mais de uma década.
QUEBRAR O TABU
Mas o futebol também vive de oportunidades para mudar a história. O Luverdense de hoje não é o mesmo daqueles tempos de Série B, assim como o ABC também passou por profundas transformações. Retrospecto pesa, ajuda a contar a história, mas não decide classificação.
CONSTRUIR VANTAGEM
Construir uma vantagem em casa não é apenas importante para o América. Pode ser decisivo. Levar um placar favorável para Brasília significa diminuir a pressão diante de um adversário que costuma ser muito forte diante da sua torcida.
NA BOLA
No fim das contas, os números servem como referência. Quem define o futuro de América e ABC é o desempenho dentro das quatro linhas. E em mata-mata, uma boa atuação vale muito mais do que qualquer estatística construída no passado. Com certeza serão os adversários mais difíceis até o momento.
FÚRIA É FAVORITA
Bastou a Espanha eliminar a favorita França para as chances matemáticas de conquista do título aumentarem. Segundo as estatísticas, o time de Luiz La Fuente possui 57,1% de chances de levantar a taça de campeão da Copa do Mundo 2026.
BOLA DE OURO
Caso a Espanha conquiste a Copa do Mundo, arrisco em dizer que Rodri ganhará a Bola de Ouro. Ele recebeu uma enxurrada de elogios da imprensa europeia após uma atuação dominante na semifinal contra a França e larga como forte candidato ao troféu de melhor do mundial.
PRESSÃO EUROPEIA
O jornal Marca também classificou a exibição do camisa 16 como histórica e ressaltou que o espanhol “devorou” o meio-campo francês do primeiro ao último minuto, mesmo diante de nomes como Tchouaméni, Rabiot e Koné.

