Mesmo com um mandado de prisão expedido no início de março, Bruno Fernandes abriu uma nova frente judicial para discutir o funcionamento do próprio perfil nas redes sociais. O ex-jogador acionou a Meta, empresa responsável pelo Facebook, em um processo no qual figura como autor, enquanto segue como foragido da Justiça. Com informações do R7.
No processo, iniciado no dia 30 de março, o ex-goleiro relata que seu perfil profissional no Instagram apresentou falhas. Ele sustenta que a conta continua ativa, mas deixou de aparecer para os usuários, dando a entender que havia sido desativada ou excluída.
Mesmo com um mandado de prisão expedido no início de março, Bruno Fernandes abriu uma nova frente judicial para discutir o funcionamento do próprio perfil nas redes sociais. O ex-jogador acionou a Meta, empresa responsável pelo Facebook, em um processo no qual figura como autor, enquanto segue como foragido da Justiça.
No processo, iniciado no dia 30 de março, o ex-goleiro relata que seu perfil profissional no Instagram apresentou falhas. Ele sustenta que a conta continua ativa, mas deixou de aparecer para os usuários, dando a entender que havia sido desativada ou excluída.
Além da regularização do perfil, o ex-goleiro incluiu no processo um pedido de indenização de R$ 30 mil por danos morais. A discussão avançou para etapa seguinte e, ainda de acordo com a coluna Metrópoles, o 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes agendou uma audiência de conciliação para maio.
Pedido virtual barrado pela Justiça
Antes da audiência, o ex-jogador tentou participar do encontro de forma remota e apresentou o pedido no dia 8 de abril. A resposta veio na segunda-feira (13), quando o magistrado negou a solicitação e reforçou que audiências seguem, como regra, o formato presencial. Também destacou que não houve justificativa que impedisse o comparecimento.

