A prisão mais recente de Britney Spears, 44, teve novos detalhes revelados. A estrela pop foi detida em março, na Califórnia, Estados Unidos, mas somente na última quinta-feira (21) os vídeos gravados pelas viaturas policiais foram divulgados.
Nos registros, é possível ver a cantora ser abordada pelas autoridades após denúncias de motoristas sobre um veículo circulando em zigue-zague no Condado de Ventura, realizando mudanças bruscas de faixas, além de freadas repentinas.
Os policiais que pararam Britney rapidamente sentiram cheiro de álcool vindo do carro. De acordo com o TMZ, ela teria tomado mimosa, vinho e misturado as bebidas com medicamentos como Lamictal, um anticonvulsivante, Prozac, um antidepressivo, e Adderall, um neuroestimulante à base de anfetaminas.
A cantora passou por testes de equilíbrio e coordenação antes de ser algemada durante a abordagem. As autoridades apontaram que ela apresentava fala arrastada, olhos avermelhados e um comportamento que demonstrava uma clara intoxicação. Mesmo assim, a famosa passou pelo teste do bafômetro.
A publicação revelou que Spears afirmou que não queria sair do carro por causa da intensidade do trânsito quando foi parada pelos policiais inicialmente, por isso eles sugeriram de realizar a abordam em um local com menos movimento.
Em seguida, ela chegou a informar que morava perto do local e até sugeriu dos profissionais irem até a residência para comerem lasanha e darem um mergulho na piscina.
Acordo na Justiça
Britney Spears aceitou um acordo judicial neste mês de maio com a Justiça dos Estados Unidos. A cantora se declarou culpada por direção imprudente relacionada ao consumo de álcool e drogas, o que evitou uma condenação mais grave por DUI, relacionada ao ato de dirigir sob efeito de álcool no país norte-americano.
A voz de “Toxic” recebeu um ano de liberdade condicional informal, multa e foi obrigada a participar de uma espécie de curso educativo sobre o consumo de álcool. Em abril, ela já havia sido internada voluntariamente em uma clínica de reabilitação.
*Com informações de CNN

