A Lei Ganley foi proposta pela deputada estadual Andréia de Jesus (PT) na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O projeto cria um programa estadual de prevenção ao uso indevido de anabolizantes e surgiu após a morte do fisiculturista Gabriel Ganley, de 22 anos, em São Paulo.
Gabriel Ganley tinha 22 anos quando morreu no último domingo (24). O caso repercutiu nas redes sociais e acendeu o debate sobre os riscos do uso de esteroides anabolizantes entre jovens, especialmente no ambiente das academias de ginástica.
A deputada Andréia de Jesus usou as redes sociais para comentar a morte do fisiculturista.
Ela afirma que o caso é um alerta urgente sobre os riscos do uso indevido de esteroides anabolizantes e da pressão estética que atinge principalmente os jovens.
A Lei Ganley cria o Programa Estadual de Conscientização e Prevenção ao Uso Indevido de Esteroides Anabolizantes em Minas Gerais. O texto foi apresentado formalmente à ALMG pela parlamentar petista.
“Por isso, apresentei na ALMG o projeto de lei ‘Lei Ganley’, que cria o Programa Estadual de Conscientização e Prevenção ao Uso Indevido de Esteroides Anabolizantes em Minas Gerais”, escreveu a deputada.
Segundo ela, a proposta prevê campanhas educativas, orientação nas escolas, capacitação de profissionais da saúde e educação física, além da obrigatoriedade de avisos em academias sobre os riscos graves dessas substâncias – como arritmias, embolia pulmonar, doenças hepáticas e até morte súbita.
A deputada reforçou o caráter coletivo da proposta ao encerrar sua publicação nas redes sociais. “Precisamos tratar esse tema como questão de saúde pública”, complementou a parlamentar.
O projeto ainda aguarda tramitação na Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Se aprovado, o Estado terá 90 dias para regulamentar a lei. As informações

