O RN EM PAUTA NO VALE DO AÇU
O desenvolvimento de um estado não se faz apenas com decretos, mas com a densidade do pensamento crítico e a aplicação prática do conhecimento acadêmico. É sob essa premissa que o grupo PENSAR RN vem consolidando sua relevância no cenário potiguar. Composto por uma elite intelectual que reúne professores, cientistas sociais, pesquisadores e gestores públicos, o coletivo transcende os muros das universidades para entregar à sociedade e às autoridades diagnósticos fundamentados.
Nesta sexta-feira, 20, o grupo volta seus olhos para uma das regiões mais dinâmicas e estratégicas do nosso mapa: o Vale do Açu. O encontro, que ocorrerá na cidade de Assu sob a coordenação do professor Rivaldo Fernandes, com apoio da Universidade do Rio Grande do Norte (UERN), Fundação Verde Herbert Daniel (FVHD) e Prefeitura de Assu, foca no debate sobre o desenvolvimento regional e estratégico, buscando integrar as potencialidades locais ao projeto macroeconômico do Rio Grande do Norte.
O Vale do Açu não foi escolhido ao acaso. A região é um dos pilares do PIB potiguar, sustentada por um complexo agroindustrial de fruticultura que é referência em exportação. A presença do Rio Piranhas-Açu e da Barragem Armando Ribeiro Gonçalves — o maior reservatório do estado — confere à região um papel vital na segurança hídrica e na produção de energia. Além da força do campo, o Vale vive a expectativa da expansão mineral e do fortalecimento da logística, dada sua posição geográfica privilegiada.
O diferencial do Pensar RN reside na sua capacidade de transformar debates temáticos em sugestões objetivas. Ao reunir mentes que compreendem as nuances das políticas públicas e os gargalos da infraestrutura, o grupo oferece um “norte” para as autoridades constituídas. Em Assu, o desafio será discutir como agregar valor à produção local e como superar as desigualdades intrarregionais que ainda persistem.
O registro deste evento aqui na CONVERSA LIVRE reafirma a importância de iniciativas que unem ciência e gestão. Onde há pensamento estruturado, o desenvolvimento deixa de ser uma promessa política e passa a ser uma construção coletiva.
ESCLARECIMENTO
Uma reunião sem “arranca rabo” que aconteceu em Brasília, selou o destino dos deputados João Maia, Robinson Faria e Benes Leocádio, na nominata da Federação União Progressista.
MUDANÇA
Dois dias antes, os deputados Benes Leocádio e Robinson Faria estavam de “malas e cuias” para participar da nominata do Republicano, mas conversas de “pé de ouvido” mudaram os planos. Em política tudo muda rápido. E tudo gera desmentidos.
FORTALECIDO
As conversas que levaram Robinson e Benes a “cambar o pano” em direção do Republicanos deixou o deputado João Maia apreensivo, a “ver navio”, pois ficaria incomodado em ser o puxador de votos para si, sem qualquer retaguarda. Agora, com a definição de Benes e Robinson, João está mais aliviado. Está tudo alinhado outra vez. Tudo esclarecido.
PREOCUPAÇÃO
Mais da metade do Rio Grande do Norte, precisamente 53,6% da população é dependente do programa federal Bolsa-Família. Neste mês de março o governo investiu mais de R$ 300 milhões, para beneficiar 463.077 mil famílias potiguares.
HERMANO
Comentários maliciosos dão conta de que o deputado Hermano Morais (MDB), saído há pouco da base de apoio à governadora Fátima Bezerra, está “cuspindo no prato que comeu”.
HERMANO 2
Até o encerramento do ano legislativo, em dezembro/25, Hermano estava na base do governo, e levado a se tornar candidato a vice-governador na chapa de Alysson Bezerra, o ex-integrante do Partido Verde se volta contra a governadora. Agora, Hermano é crítico ferrenho da gestão de Fátima.
OBSERVAÇÃO
De uma leitora observadora do quadro político estadual ao tomar conhecimento de que a chapa majoritária do PT será formada por Cadu Xavier para o governo e Samanda para o Senado, questionou: “E o eleitorado do interior sabe que é esse povo?”. Perguntou e saiu de fininho.
OBSERVADOR
Ainda sentado no cume do Morro do Careca, o ex-prefeito Carlos Eduardo Alves (ainda no PSD) passou a usar um binóculo mais potente para observar os acontecimentos políticos na planície. Sem esboçar qualquer gesto de quem pretende descer agora.
BINÓCULO
Nesse seu período de observador da cena política potiguar, principalmente do que se passa no Centro Administrativo, vez por outra o ex-prefeito de Natal gira o corpo acompanhado de seu binóculo e se volta para observar os acontecimentos na Capital do Oeste, sem confidenciar nada a ninguém.
SILÊNCIO
E é nesse seu silêncio que Carlos Eduardo Alves folheia as pesquisas eleitorais feitas até o final de ano, confere o seu capital eleitoral demonstrado pelos pesquisados, abre um sorriso e continua aguardando silenciosamente os acontecimentos.

