LEMBRANÇA
Ex-deputado Henrique Eduardo Alves concedeu entrevista histórica ao Diário do RN. Ele é personagem da história, viveu na ditadura, cresceu na democracia e hoje analisa o quadro atual que vivemos no Brasil.
SOBREVIVENTE
Vale a pena ler a entrevista completa de Henrique. Com vinte e poucos anos, teve o pai cassado sem motivo pela ditadura militar e teve que ser candidato a deputado federal. Em plena ditadura e o pai cassado e a atmosfera de terror, Henrique foi eleito para o cargo que exerceu durante quase 50 anos.
EMOÇÃO
Em contato com o Diário do RN, Henrique narrou a cronologia de sua emocionante história, onde conviveu com líderes patriotas de verdade, defensores da democracia, como Ulysses Guimarães, Tancredo Neves, entre outros.
PASSADO
Henrique também avaliou de forma respeitosa o que representou dois adversários de seu pai em disputas eleitorais. Djalma Marinho, o avô de Rogério, que perdeu a eleição para Aluízio, mas mereceu vários elogios do filho; e José Agripino, que derrotou Aluízio Alves por mais de 100 mil votos em 1982. Grandeza e maturidade.
REPERCUSSÃO
Forte a repercussão da entrevista do ex-senador José Agripino sobre sua lúcida visão em relação ao momento que vive o Brasil. O filho de Tarcísio foi originado politicamente na ditadura, quando foi indicado prefeito biônico da capital. Depois, colecionou várias vitórias eleitorais de governador e senador na democracia.
DIFERENÇA
Agripino foi muito feliz quando avaliou que o Brasil vive conflitos e divergências entre poderes, mas isso não significa que há uma ditadura ou estado de exceção, como alguns dizem. Afinal, ditadura ou estado de exceção não permitiriam que os manifestantes dissessem que isso existe.
PALANQUES
Paulinho Freire está trabalhando na construção de um palanque único para a oposição no RN.
Isso significa que Agripino e Rogério estariam em um mesmo palanque na eleição do 2026. Será possível unir quem acha que o Brasil vive ditadura com quem acha que estamos em plena democracia?
COVARDIA
A turma da extrema direita que invadiu e ocupou a mesa diretora da Câmara e do Senado teve que sair de fininho após a posição firme dos presidentes Hugo Motta e Davi Alcolumbre, que não aceitaram a chantagem dos bolsonaristas.
COVARDIA II
A turba tentou inventar que houve negociação para votar a anistia e o impeachment de Moraes.
Mentira dupla. Não houve nada disso. Eles saíram porque tiveram medo de punição. O líder do PL na Câmara chegou a pedir desculpas a Hugo Motta e negou negociação.
REVERSÃO
Governadora Fátima Bezerra anda animada com mudança de percepção do eleitorado do interior em relação ao seu governo. Estradas recuperadas, IERNs construídos, segurança com respostas positivas e saúde reagindo são motivos da mudança de discurso da classe política aliada e do eleitorado.
COBRANÇA
Um petista com tatuagem do 13 no braço esquerdo foi questionado sobre a negativa do PT e do governo Fátima de não antecipar a posse de Waltinho para janeiro. O vermelho disse a esse colunista que o povo do PT gostaria de ter uma declaração explícita de Walter Alves e Ezequiel Ferreira sobre apoio a chapa Fátima para o Senado e Cadu para o governo. E aí?

