PAREM DE CHORAR E APRENDAM A TRABALHAR
Oswaldo e Leão resolveram dar uma aula de patriotismo técnico justamente na frente de Ancelotti — o professor italiano que está fazendo o que eles nunca conseguiram: comandar a Seleção Brasileira. O mais curioso é que ambos já ganharam salário em dólar e euro, mas agora lembraram que o “bom mesmo é ser da terrinha”. E as sugestões então? Diniz e Dorival, que já tiveram a prancheta da amarelinha e não aproveitaram. No fim, Ancelotti, com a elegância que falta aos dois, disse o óbvio: o técnico brasileiro perdeu força e precisa evoluir. Traduzindo o recado do italiano: “meus amigos, parem de chorar e aprendam a trabalhar”. O discurso dos dois soou como aquele típico “não é xenofobia, mas…” disfarçado de defesa do futebol nacional.
Falaram em valorização do treinador brasileiro, mas esqueceram que o respeito se conquista com resultado — e não com saudosismo de conquistas do passado. Enquanto Oswaldo e Leão vivem de lembranças e entrevistas, Ancelotti está no comando de uma das seleções mais pressionadas do planeta, sendo aplaudido até pelos próprios jogadores. No fundo, o que incomoda não é o passaporte do técnico, e sim o espelho: o sucesso do estrangeiro escancara a estagnação de quem parou no tempo.
LEÃO BARROU CRAQUES
No ano 2000, Leão assumiu a seleção no lugar de Luxemburgo. De cara, resolve barrar Cafu, Roberto Carlos e Rivaldo. Teve um dos piores aproveitamentos da história, sendo demitido após 10 jogos com apenas três vitórias.
BASE ALVIRRUBRA
O time Sub-12 do América está na final da Lampions League com uma campanha invicta. Foram cinco jogos, quatro vitórias e um empate até o momento. O ataque é o mais positivo com 19 gols e a defesa a menos vazada, zero gols.
IDENTIDADE ALVINEGRA
Edson está mostrando um respeito muito grande ao ABC por tudo o que ele representa na sua carreira. É nesse espírito que o trabalho de resgate do torcedor deve ser feito, é um jogador com identidade e alma alvinegra.
ENDRICK NA FRANÇA
Endrick não se deu bem no Real Madrid e será emprestado ao Lyon, da França. Com a proposta em mãos, o camisa 9 já conversa com o treinador Paulo Fonseca, português, e acompanha os jogos da equipe francesa na Ligue 1.
NEYMAR É POP
Neymar é um exemplo do poder do futebol na vida dos brasileiros e na escolha dos nomes dos filhos. Atualmente, existem 2.443 pessoas registradas no Brasil com o nome do jogador, número que não chegava a 100 antes do craque estrear no Santos, em 2009.
ROMÁRIO É LÍDER
Porém, Neymar ainda aparece muito atrás de um ex-craque, chamado Romário. De acordo com o IBGE, existem 50.538 pessoas com o nome do herói do tetra e todos na faixa etária de 31 anos, batendo com o ano da conquista em 1994.

