A movimentação de novos nomes de candidatos com deficiência no campo progressista do Rio Grande do Norte, incluindo a possível pré-candidatura de Ryan Pimenta pela federação PSOL/Rede, tem reacendido o debate sobre estratégia, unidade e representatividade na disputa por vagas na Assembleia Legislativa.
Sem citar nomes diretamente, o ativista e pré-candidato a Deputado Estadual Ivan Baron defendeu que o momento exige mais construção coletiva do que interesses individuais de pessoas e partidos políticos.
“Sem unidade, não há avanço. A luta por inclusão não pode ser fragmentada e nem usada como vitrine pessoal. Vivemos um momento muito importante de que há possibilidades reais da Assembleia Legislativa ter pela 1ª vez um representante com legitimidade para falar de inclusão e pautar o combate ao capacitismo. A gente precisa de um projeto coletivo, sério e comprometido com quem mais precisa”, afirmou o pré-candidato a deputado estadual pelo Partido dos Trabalhadores.
Nos bastidores, a fala foi interpretada como um recado claro dentro do próprio campo progressista, reforçando a importância de coerência, representatividade real e alinhamento político para que pautas como inclusão e justiça social ganhem força no cenário eleitoral.

