O Complexo Cultural Rampa, em Santos Reis, Natal/RN, será o palco da primeira edição do Festival Círculo das Cores – Onde o Samba Potiguar Brilha. O evento, que é gratuito e acessível, acontece no dia 6 de dezembro de 2025 e marca uma nova fase do projeto Cores do Nosso Samba, que há mais de dez anos valoriza o samba produzido no Rio Grande do Norte.
O festival passa a ter formato anual, buscando reafirmar o samba como uma expressão da identidade potiguar e como um elo entre diferentes manifestações culturais e linguagens artísticas.

Programação Ininterrupta e Destaques Culturais
Durante sete horas de programação ininterrupta, o público poderá vivenciar um encontro que celebra a diversidade, a brasilidade e o diálogo entre tradição e contemporaneidade, abrangendo:
1. Música e Presença Feminina
A cantora Valéria Oliveira comandará a roda de samba anfitriã, acompanhada de sua banda e artistas convidados. A presença feminina, que é a marca registrada do projeto Cores do Nosso Samba, será o fio condutor da programação. O festival contará ainda com outras rodas convidadas e sets de DJs com ritmos brasileiros em sintonia com o samba.
2. Audiovisual e Memória
O espaço dedicado ao audiovisual promoverá exibições que celebram a história do samba potiguar. O grande destaque será o lançamento do documentário comemorativo dos 10 anos do Cores do Nosso Samba, que reúne memórias e depoimentos dos artistas que construíram essa trajetória.
3. Artesanato e Gastronomia
A diversidade cultural será reforçada pela presença do artesanato de labirinto do Reduto, reconhecido como patrimônio cultural imaterial do RN. As mestras artesãs Dona Mariquinha e Robéria, da comunidade de São Miguel do Gostoso, apresentarão peças que evidenciam a ancestralidade da técnica e o trabalho das mulheres potiguares.
A gastronomia local completará a experiência, com pratos típicos como bobó de camarão, paçoca, caldinhos de macaxeira e jerimum, além de drinks preparados com frutas regionais.
Com o lema “Onde o Samba Potiguar Brilha”, o festival simboliza o “círculo” como espaço de encontro, diversidade e continuidade.
*Com informações de Tribuna do Norte

