O cenário musical potiguar promete ser movimentado nesta sexta-feira, 6 de março, com o lançamento do single “Foi Quase”, do cantor Berg Santos. A faixa chega às plataformas digitais não apenas como uma nova aposta de repertório, mas como um marco de amadurecimento para o artista, que soma mais de duas décadas de atuação no forró e no sertanejo.
Para este novo trabalho, Berg buscou uma curadoria que conversasse diretamente com o que o público vive nas baladas. Ele conta que a escolha do repertório é um processo criterioso, feito a partir de canções enviadas por compositores de todo o país.
“’Foi Quase’ chegou às minhas mãos realmente como um presente dos compositores Richard Araújo, Lucas Lopes, Vini Nunez e Luanzinho”, explica o cantor. “A música aborda a indecisão amorosa e aquele reencontro na noite com um sentimento que quase ficou para trás.”
Mesmo com duas décadas de profissão, Berg afirma que a emoção de um novo trabalho não diminui com o tempo. Para ele, colocar uma música nova no mundo ainda gera o mesmo frio na barriga do início.
“Cada lançamento é um momento especial, é como um filho que está nascendo e a gente espera o melhor dele. Espero que esse crescimento venha em forma de sucesso”, revela Berg.

HISTÓRIA
A história de Berg com a música não é de hoje. O artista, que começou a soltar a voz aos 15 anos sob a influência do forró e do sertanejo, consolidou seu nome no circuito regional ao liderar bandas como Santropê e Taradões do Forró.
Essa experiência de palco, com apresentações marcantes como a do Pátio do Forró, em Caruaru, foi o alicerce para que, em 2015, ele tomasse a decisão mais ousada de sua trajetória: iniciar a carreira solo. Nesse novo projeto, ele mescla gêneros como arrocha e forró moderno, mantendo sempre viva sua inconfundível essência nordestina.
Otimista e com seu estilo característico, o artista faz o convite para o público conhecer “Foi quase”: “A música vai estar disponível em todas as plataformas a partir de sexta-feira. Convido você a ouvir, baixar e compartilhar sem moderação, porque é pressão na veia. Aí meu Deus!”.

