Uma brasileira de 30 anos foi presa na Coreia do Sul neste sábado (4), suspeita de perseguir o cantor e compositor Jeon Jung-kook, integrante do grupo de k-pop BTS, nas imediações de sua residência, em Seul, segundo a polícia local.
As informações foram divulgadas pela página Info Jungkook Brasil, dedicada ao artista de k-pop, na rede social X, com informações de um veículo sul-coreano.
De acordo com a publicação, a prisão ocorreu em flagrante por violação da Lei de Punição por Perseguição, após a mulher retornar ao local mesmo depois de uma primeira detenção registrada em dezembro por invasão de propriedade.
A cronologia do caso aponta que, em 13 de dezembro de 2025, a mulher foi detida pela primeira vez após ir até a residência do artista sem autorização.
No dia 28 do mesmo mês, ela voltou ao local, descumprindo novamente as normas de segurança, o que levou à nova atuação policial neste sábado.
Ainda segundo os relatos, a mulher teria enviado correspondências não autorizadas, fixado fotografias no corrimão do prédio e escrito mensagens nas proximidades da residência do astro do k-pop.
Diante da recorrência, a equipe do artista solicitou formalmente uma ordem de restrição.
A publicação da rede social não informa se a mulher chegou a entrar no interior do imóvel nem se houve contato direto com Jung-kook.
Retorno aos palcos
O episódio ocorre em meio ao anúncio do retorno do BTS às atividades em grupo. Segundo o site sul-coreano Naver, com confirmação da BigHit Entertainment, o grupo lançará um novo álbum em 20 de março de 2026, após uma pausa de três anos e nove meses em razão do serviço militar obrigatório.
Em agosto de 2025, Jung-kook chamou a atenção de fãs brasileiros ao aparecer usando sandálias Havaianas com a bandeira do Brasil durante uma transmissão ao vivo do BTS. A repercussão nas redes sociais não tem relação com o caso investigado pelas autoridades sul-coreanas.
*Com informações da CNN

