A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) passou a defender a retirada dos sigilos da integralidade das investigações sobre o caso do filme Dark Horse, que homenageia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e de outros inquéritos que correm no STF (Supremo Tribunal Federal).
A lista defendida pelo QG de Flávio inclui as investigações de fraudes do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), de casos do orçamento secreto e do inquérito das Fake News.
O coordenador da campanha, Rogério Marinho (PL-RN), classificou como “boas medidas” as determinações do presidente do STF, Edson Fachin, para retirada dos sigilos do caso Master.
O time de Flávio minimiza o fato de o senador ser formalmente investigado no caso Dark Horse por crimes como lavagem de dinheiro e afirma que isso já era de conhecimento antes da queda do sigilo.
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Marinho afirma que “entre o que se alega e o que se prova” há uma distância e que Flávio “não operou, não recebeu e não administrou” o financiamento para a cinebiografia do pai, mas apenas “solicitou o patrocínio”.
A campanha afirma que a produtora Go Up apresentou mais de 25 mil documentos, recibos e notas fiscais relativos ao movimento financeiro do filme ao ministro André Mendonça, que é relator de parte das investigações do caso Dark Horse.
*Com informações de CNN

