A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 segue provocando reações fora das quatro linhas. Nesta segunda-feira (6), integrantes do movimento Núcleo BR realizaram um protesto em frente à sede da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
O grupo estendeu faixas nos portões da entidade com críticas à gestão da confederação e ao momento vivido pela Seleção. Entre as mensagens exibidas estavam frases como “Respeitem a história da única pentacampeã”, “Confederação Brasileira Fraudulenta” e “Seleção é tradição”.
“Quem apoia também cobra. O Núcleo BR não se omite”, escreveu o movimento.
Na publicação, a torcida organizada afirmou que “cruzar os braços e aceitar a apatia que tomou conta da nossa Seleção nunca foi uma opção” e defendeu que a cobrança faz parte da construção de um projeto esportivo sólido.
“O mesmo tamanho que temos para apoiar e construir, nós temos para cobrar”, diz outro trecho da nota.
“Gestão à altura da história”
O grupo também direcionou críticas à administração da CBF e afirmou que o ciclo da Copa foi marcado por problemas fora de campo.
“Vestir a camisa de cinco estrelas exige respeito, responsabilidade, raça e uma gestão à altura da nossa história. Quem está à frente da CBF também deve se portar como tal e dar exemplo. Nosso ciclo da Copa foi mais focado em problemas extracampo do que com o futebol em si. É assim que querem ser campeões?”, questionou o movimento.
Ao fim da publicação, os torcedores afirmaram que foram “à raiz do problema exigir atitude” e reforçaram que continuarão acompanhando e cobrando mudanças.
Maior jejum de títulos
A eliminação para a Noruega ampliou o período sem títulos mundiais da Seleção Brasileira. Com isso, o Brasil chegará à Copa do Mundo de 2030 com, no mínimo, 28 anos sem conquistar o torneio, igualando o maior intervalo entre títulos de sua história.
O revés também representou a pior campanha brasileira em Mundiais desde 1990, quando a equipe foi eliminada nas oitavas de final pela Argentina.
Acho que esse formato fica mais jornalístico: abre pelo fato, depois detalha o protesto, traz trechos da manifestação apenas nos momentos mais importantes e fecha contextualizando o impacto esportivo da eliminação.
*Com informações de CNN

