Casais, casados, estão cada vez mais praticando o chamado “hotwifing”, uma forma de não monogamia consensual em que uma mulher em um relacionamento sério explora a intimidade com outro parceiro, com o pleno conhecimento e incentivo deste. E de acordo com um novo estudo, é isso que está salvando o casamento deles. As informações são do Extra.
A pesquisa, realizada pela Wifey, uma plataforma de relacionamentos e intimidade, realizou entrevista com mais de mil casais americanos em relacionamentos sérios e descobriram que 71% deles experimentaram um “vínculo emocional mais forte com seu parceiro” após introduzir uma ou duas pessoas de fora no relacionamento. Outros 71% atribuem a experimentação com conteúdo adulto a “melhora” de suas vidas sexuais.
“O que isso sugere sobre os relacionamentos modernos é que os casais que exploram a não monogamia não estão descartando as regras. Eles estão reescrevendo-as juntos, com confiança, limites e comunicação no centro”, escreveram os autores.
Conhecida também como poliamor, a não monogamia consensual está em ascensão como uma forma segura e saudável para casais aventureiros explorarem o mundo ousado dos encontros a três. Entretanto, especialistas afirmam que é necessário e fundamental ter comunicação entre o casal.
“A principal diferença entre um caso e outro não é o que acontece, mas sim o que vem antes: a conversa. Tudo é discutido, acordado e definido nos termos do próprio casal. A conversa é onde a experiência realmente começa, pode ser a parte mais marcante”, disseram os pesquisadores do Wifey.
O estudo ainda mostrou que entre os casais que exploraram a não monogamia, 71% afirmam que um nível moderado a alto de confiança é essencial mesmo antes de discutir o assunto, enquanto 76% dos casais que praticam o hotwife dizem que a experiência está mais fortemente enraizada na “honestidade emocional” do que apenas no sexo.

